por Mariana Lima
Leões e Cordeiros, filme dirigo por Robert Redford, traz para o cinema questões políticas e sociais americanas envolvidas na Guerra do Iraque. Em aproximadamente 90 minutos desenrolam-se três histórias carregadas de diálogos.
Em uma das tramas, o senador Jasper Irving (Tom Cruise) revela à jornalista Janine Roth (Meryl Streep) a nova estratégia do governo dos Estados Unidos para triunfar no conflito do Iraque: implantar pequenos grupos de soldados em pontos isolados do Afeganistão (que, supostamente, estaria fornecendo armamento aos iraquianos) para servirem de “iscas” ao exército inimigo. Irving conta a notícia em primeira mão à Janine para que ela tente elevar a popularidade do governo (e do partido so senador) frente à população americana. A questão focada aqui é a da imprensa enquanto veículo formador de opinião. E aí está o ponto alto fo filme: a “crise de consciência” da jornalista, que, mesmo sendo contrária à guerra, sente-se culpada pela adesão do povo à idéia. Meryl Streep, por sinal, acaba fazendo a melhor interpretação do filme.
Enquanto isso, o professor Stephan Malley (Robert Redford) convoca seu aluno Todd (Andrew Farfield) para uma conversa. Sua intenção é tentar convencer o jovem a não se desiludir com a política e a começar a fazer a sua parte na luta por um povo mais consciente. Garfield é outro destaque na trama, mas como ator iniciante. Suas melhores cenas são as que aparece debatendo com seus colegas em sala de aula.
A parte mais dramática – e que ganha menos destaque – é a que mostra os alunos do professor Malley, Ernest (Michael Pena) e Arian (Derek Luke), um hispâncio e outro afro-americano, no campo de batalha, quando os soldados estão pondo em prática o plano do senador Irving no Afeganistão.
O título do filme sugere que leões são comandado por cordeiros. Ou seja, os valentes vão à luta e dão “a cara a tapa”, em enquanto seus chefes ficam sentado em suas cadeiras confortáveis, assistindo a tudo sem nenhuma emoção.
O filme acaba ficando cansativo por ser, basicamente, composto por diálogos – que por sinal, não dizem nada que você já não saiba.
Leões e Cordeiros, filme dirigo por Robert Redford, traz para o cinema questões políticas e sociais americanas envolvidas na Guerra do Iraque. Em aproximadamente 90 minutos desenrolam-se três histórias carregadas de diálogos.
Em uma das tramas, o senador Jasper Irving (Tom Cruise) revela à jornalista Janine Roth (Meryl Streep) a nova estratégia do governo dos Estados Unidos para triunfar no conflito do Iraque: implantar pequenos grupos de soldados em pontos isolados do Afeganistão (que, supostamente, estaria fornecendo armamento aos iraquianos) para servirem de “iscas” ao exército inimigo. Irving conta a notícia em primeira mão à Janine para que ela tente elevar a popularidade do governo (e do partido so senador) frente à população americana. A questão focada aqui é a da imprensa enquanto veículo formador de opinião. E aí está o ponto alto fo filme: a “crise de consciência” da jornalista, que, mesmo sendo contrária à guerra, sente-se culpada pela adesão do povo à idéia. Meryl Streep, por sinal, acaba fazendo a melhor interpretação do filme.
Enquanto isso, o professor Stephan Malley (Robert Redford) convoca seu aluno Todd (Andrew Farfield) para uma conversa. Sua intenção é tentar convencer o jovem a não se desiludir com a política e a começar a fazer a sua parte na luta por um povo mais consciente. Garfield é outro destaque na trama, mas como ator iniciante. Suas melhores cenas são as que aparece debatendo com seus colegas em sala de aula.
A parte mais dramática – e que ganha menos destaque – é a que mostra os alunos do professor Malley, Ernest (Michael Pena) e Arian (Derek Luke), um hispâncio e outro afro-americano, no campo de batalha, quando os soldados estão pondo em prática o plano do senador Irving no Afeganistão.
O título do filme sugere que leões são comandado por cordeiros. Ou seja, os valentes vão à luta e dão “a cara a tapa”, em enquanto seus chefes ficam sentado em suas cadeiras confortáveis, assistindo a tudo sem nenhuma emoção.
O filme acaba ficando cansativo por ser, basicamente, composto por diálogos – que por sinal, não dizem nada que você já não saiba.
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